A clareza que a sua margem precisa
Recebi um convite · Esqueci minha senha
O acesso é liberado pela Luma Inteligência Financeira. Se você recebeu um convite, ele tem um código de 10 letras — use-o abaixo para criar a sua senha.
Não tem convite? Fale com a Luma Inteligência Financeira — o acesso a um painel de margem é liberado uma pessoa por vez, de propósito. voltar para a entrada
Escreva o seu e-mail e enviaremos um link para você criar uma senha nova.
Se o e-mail não chegar em alguns minutos, confira a caixa de spam ou fale com a Luma — trocamos a sua senha na hora. voltar para a entrada
Você chegou pelo link que enviamos por e-mail. Escolha a senha que vai usar daqui para a frente.
O link do e-mail vale por pouco tempo e serve uma vez só. Se ele tiver vencido, peça outro em "Esqueci minha senha". voltar para a entrada
Não consegue ler a imagem? Escolha "digitar a chave" no aplicativo e use esta:
O código muda a cada trinta segundos — se ele virar enquanto você digita, use o próximo. Perdeu o celular? Fale com a Luma Inteligência Financeira: ela libera o cadastro de um aparelho novo. sair e entrar com outro e-mail
Ambiente seguro e confidencial. Os dados da sua empresa são acessados somente por usuários autorizados.
carregando…
Cada cliente é um mundo separado aqui dentro: base, custos, premissas e acessos próprios. Cadastre o primeiro e o painel abre.
Valores em R$. Barras lado a lado, mesma escala.
MC do mês dividida pela receita do mês.
Quanto cada rubrica consome da receita. A barra verde no fim é o que sobra de margem.
Margem média por venda, por estado de destino. Só estados com 20 vendas ou mais.
Quanto cada produto colocou de margem de contribuição, em reais, no período filtrado.
Passe o mouse em qualquer estado para ver unidades, vendas e receita bruta (e a MC %, quando o mapa estiver colorido por ela).
Contornos: svg-maps (CC BY 4.0)
Da receita bruta até a margem de contribuição, rubrica a rubrica.
Clique no cabeçalho para ordenar; arraste a borda da coluna do produto para ver o nome inteiro.
—
Limites editáveis. Classe A concentra até o primeiro limite da receita acumulada.
20 maiores produtos por receita.
Receita acumulada — todos os produtos do período
Um fornecedor por linha. Pelas notas fiscais, o fornecedor é o CNPJ (matriz e filial juntas), com o nome da nota mais recente. No contas a pagar é pelo nome, ignorando acento e caixa; grafias realmente diferentes ainda aparecem separadas, porque juntá-las precisa da sua confirmação.
20 maiores fornecedores por valor pago.
Cada modalidade de envio tem um custo de frete diferente.
Como a venda foi paga ou anunciada.
Barras lado a lado, mesma escala. A última dupla é o que sobra de margem.
Quanto de margem cada venda deixa, em reais.
Produtos que venderam num canal e não no outro.
Candidatos naturais a serem anunciados também no outro canal.
A mesma estrutura de custo nos dois períodos. Se uma barra cresceu, aquela rubrica passou a comer uma fatia maior de cada venda.
Diferença de cada rubrica entre o período B e o A, a partir da linha do zero. Verde é o que ajudou a margem; laranja é o que atrapalhou.
Da receita bruta até a margem de contribuição, rubrica a rubrica. As quatro últimas colunas são a análise vertical: a fatia de cada rubrica dentro da receita nos dois períodos, e quanto essa fatia mudou — em pontos percentuais e em variação relativa. Exemplo: sair de 10% para 12% da receita é +2 p.p. e ao mesmo tempo +20% de aumento sobre a fatia anterior.
Custo unitário da mercadoria e valor de embalagem por unidade, por título de anúncio.
Estes produtos venderam sem nenhum custo que valha para a venda: não têm custo cadastrado ou, com o custo retroativo desligado em Custos dos produtos, venderam antes do primeiro custo. A receita deles conta no total, mas a margem não; pelo padrão das Premissas, a MC % fala só pelas vendas com custo. Cadastrar o custo destes itens é o que fecha o cálculo. O CSV sai com as colunas de custo em branco, para servir de formulário: preencha e importe de volta na aba Importar, no cartão Custos e embalagens.
Cada venda do Mercado Livre baixa o estoque pela ficha do kit, no depósito certo (venda pelo Full sai do Full; as outras, do Depósito próprio). A venda cancelada devolve o produto sozinha. A devolução volta sozinha quando o Mercado Livre diz que pôs o produto à venda de novo; as outras esperam alguém da loja dizer se o produto voltou — aparecem aqui, ao conferir, e em Ocorrências. Tudo isso roda sozinho de hora em hora; o botão é para quando não der para esperar. Rodar de novo não lança nada duas vezes.
Uma linha por produto, com o saldo separado por depósito. Saldo aqui nunca é um número digitado: é a soma dos lançamentos. Para mudá-lo, lança-se movimento — e todo movimento tem data, natureza, documento e responsável. Clique no nome de um produto para abrir o Kardex dele.
Para o que não chega sozinho: perda, ajuste, saída para a loja física ou uma entrada sem nota. A quantidade é sempre positiva — quem decide se entra ou sai é a natureza do lançamento.
Toda perda, ajuste e saída para a loja pedida por um colaborador fica aqui até a dona ou a consultoria decidir. Fica registrado quem pediu, por quê, quem decidiu e quando. Um pedido aprovado vira um movimento normal, com tudo isso na observação.
Os últimos 300 lançamentos. Venda, nota, devolução e contagem vêm de documento e não se alteram aqui. Lançamento feito à mão e errado (ajuste, perda, transferência) a Gestor(a) ou a consultoria corrige em Corrigir: o errado sai e o certo entra no lugar, e o errado fica guardado em Lançamentos apagados, com quem apagou e por quê.
A ficha de um produto, com o saldo correndo ao lado de cada lançamento. É onde se apura uma divergência: a linha em que o saldo vira negativo mostra o dia e o documento em que as contas se separaram.
A porta das compras no estoque. Anexe aqui a nota do que chegou (XML ou PDF), abra a nota e diga, item por item, quantos foram para o Depósito próprio — como hoje se anota na própria nota de papel. O que não for dito fica para a loja e não entra. A mesma nota não entra duas vezes, e nunca entra mais do que ela trouxe.
As notas que entraram por aqui, da mais recente para a mais antiga. A conferir = nada lançado ainda; parcial = parte dos itens; lançada = todos os itens de compra tocados.
O que o Mercado Livre informa do galpão dele. Disponível é o que está à venda. Indisponível é o que está lá mas não pode ser vendido, com o motivo junto: avariada, extraviada, em transferência, em revisão. Diferença é o saldo calculado aqui menos o que o Mercado Livre diz — e quando ela aparece, é ela que pede explicação. Kit no Full conta pela ficha: 3 kits de 2 = 6 do produto solto. A leitura só lê: nada muda no Mercado Livre.
Cada entrada de remessa, retirada, descarte, perda e ajuste do galpão, como o Mercado Livre registrou, com o número da operação dele. Vendas e devoluções não aparecem aqui: elas já entram pelas vendas. Lançar põe no estoque daqui o que o Mercado Livre registrou depois da abertura do Full, e cada operação entra uma vez só.
A contagem do que abastece o Mercado Livre. A planilha sai do sistema com os SKUs já listados e volta preenchida. SKU em branco é SKU não contado: permanece com o saldo atual, não é zerado.
Sai com os produtos do cliente já escritos, o SKU na frente e a coluna Contado em branco, para imprimir e levar para o corredor. A coluna Saldo no sistema vem junto para a recontagem — se a contagem for às cegas, é só apagar essa coluna antes de entregar a folha a quem vai contar.
A folha traz só os produtos anunciados no
Mercado Livre — não há opção de trazer o resto, porque o resto é da loja física e
já é controlado no sistema de lá.
O custo não vai na folha, e o cliente não preenche custo. Ele já está no
cadastro de custos — pedir de novo é convidar dois números diferentes para a mesma
coisa.
A mesma planilha de volta, com a coluna Contado escrita. Linha sem número é linha não contada, e não mexe em nada.
O que comprar e quanto, pelo que o galpão vendeu. Demanda é a média diária das saídas por venda na janela; cobertura é para quantos dias o saldo dá; ponto de pedido é o saldo a partir do qual a compra precisa ser disparada (demanda × prazo de entrega + folga). A sugestão repõe para a janela inteira. O último fornecedor e o último custo vêm das notas guardadas. Só o Depósito próprio: o Full é reposto por envio, não por compra.
O valor do estoque depende do custo usado para cada unidade. Cada método responde a uma pergunta diferente — escolha o que a empresa quer ver. A escolha vale para todos que abrem este cliente e para todas as telas do estoque (Posição, cabeçalho, exportação).
O que precisa de gente, num lugar só. Saldo negativo é divergência a apurar, não erro a corrigir por cima: o sistema baixou mais do que tinha. O sistema não ajusta sozinho; aqui ele aponta e diz em que tela se resolve. Cada bloco some quando a causa é tratada.
Arraste ou digite. Cada alavanca é uma variação percentual sobre a situação de hoje.
Um ponto de equilíbrio só aparece quando os campos que o formam estão preenchidos. Abaixo, o que já entrou e o que ainda falta.
Onde a linha cruza o zero está o equilíbrio financeiro. À esquerda dele o mês fecha no vermelho; à direita, sobra.
O faturamento necessário, aberto pelo que o compõe. A diferença entre as duas barras é exatamente o que o olhar econômico cobra a mais.
Situação de hoje contra o cenário simulado. Nada disso é salvo.
Fora do Simples Nacional, o quinto percentual é o DIFAL, o diferencial de alíquota entre estados. Numa venda dentro do próprio estado ele não existe, e por isso o painel precisa saber onde a empresa fica. No Simples não há DIFAL. É dado da empresa: vale igual em todos os marketplaces.
Estes percentuais ficam gravados: alterar aqui recalcula o painel na hora e vale para todo mundo que abrir este cliente. Pelo seletor acima, eles podem valer para toda a empresa ou só para este canal. Para experimentar sem mexer no cadastro, use a aba Simulação, onde nada é salvo. Colaborador(a) e Contador(a) veem estes campos, mas só Gestor(a) e Consultor(a) gravam a alteração.
Como tratar as vendas sem custo cadastrado no indicador global.
A escolha fica gravada neste canal.
A escolha fica gravada neste canal: vale na próxima vez que abrir, para todos que veem este cliente.
—
O código vale uma vez, por 14 dias. Passe-o à pessoa pelo
caminho que você já usa para falar com ela — o sistema não envia e-mail.
Convite esperando: "Cancelar o convite" faz o código parar de valer na hora.
Pessoa que já entrou: o botão da linha tira o acesso dela (ou a tira da
sociedade, se for sócia). Convite que já não vale, de quem já não está dentro:
"Apagar da lista" só limpa a tela — não muda nada para ninguém.
Só o que aconteceu neste cliente, das 1.000 linhas mais recentes para trás: quem entrou, quem foi convidado ou saiu, cada importação, custo, premissa e kit, e o que a agenda automática fez. Repetições seguidas da agenda aparecem juntas numa linha.
O que o sistema da loja imprime, do jeito que ele vem —
PDF serve, não precisa de Excel. Uma linha por produto, com o
período no alto da página.
Ele traz o Pr. Custo junto, então a mesma importação
cadastra a venda e o custo: na loja você não precisa preencher custo
à mão.
Opcional, e vale a pena: ele resolve duas coisas de uma vez. O custo de cada produto com a data da nota — vigência de verdade, não uma data escolhida no chute — e quanto foi pago a cada fornecedor, que é o Pareto de fornecedores.
Comece por aqui. Sem custo cadastrado, a venda entra na receita mas fica de fora da margem — o painel mostra, mas mostra pouco.
Custo do kit = peça por peça, o custo dela no dia da venda × quantas o kit leva. Quando o SKU já diz ("KIT5.BLM018" = 5 × BLM018), é automático. Quando não diz as quantidades, ou não diz as peças, você informa uma vez aqui. Kit sem composição, ou com alguma peça sem custo, fica sem custo — nunca pela metade.
O relatório exportado do marketplace, do jeito que ele vem. Importar o mesmo arquivo duas vezes não duplica nada.
O relatório de Faturamento — o que o marketplace
cobrou de tarifa, e o que ele estornou (tarifa cancelada ou estornada).
Esse número não existe no relatório de vendas: é ele que preenche a linha
“Estorno de tarifas” da visão do marketplace, e é dele que saem os custos do
canal (publicidade, armazenagem, mensalidade, logística reversa) no quadro
Resultado do canal do Painel.
Não muda a margem de contribuição: a margem continua saindo das
vendas, como sempre.
Chega sozinha, de hora em hora. Um período longo leva cerca de um dia para entrar inteiro; depois, só o que é novo. Nada a importar aqui.
No Mercado Livre as vendas e a fatura chegam sozinhas pela API. Por arquivo entram só os custos dos produtos e o contas a pagar.
O apagamento acontece assim que o arquivo é lido, antes de qualquer cálculo — nenhuma parte do sistema chega a ver esses campos. Tudo fica neste computador.
Exportação do financeiro (contas a pagar). É o que alimenta o Pareto de fornecedores — não vem do marketplace.
O que o sistema procura: uma coluna de fornecedor, uma de valor e, se houver, uma de data — pelos nomes que conhece ou pelo conteúdo, para qualquer financeiro.
Este não se importa aqui: é digitado na aba Custos dos produtos, que já abre filtrada nos itens que faltam, ordenados pela receita que cada um gerou.
Tudo é lido dentro do próprio navegador — nenhum arquivo sai do computador. No Mercado Livre o passo 1 não existe: as vendas já chegam sozinhas pela API, e o botão do alto é só um “atualizar agora”.